Quem conta um conto
Tema | Letramento e alfabetização |
Componentes | Língua Portuguesa e Arte |
Ano | 4º ano |
Metodologia(s) Ativa(s) utilizada(s) | Sala de aula invertida e gamificação |
Quantidade de aulas | 4 aulas |
BNCC (EFAI) | |
Competências |
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Habilidades | EF04LP03; EF04LP25; EF15AR20; EF15AR21; EF15AR22. |
Etapas
- Evento disparador – Pesquisa prévia em casa utilizando modelo de sala de aula invertida.
- Sondagem inicial – 2 aulas de 50 minutos.
- Desenvolvimento – 1 aula de 50 minutos.
- Finalização – 1 aula de 50 minutos.
- Avaliação – 1 aula de 50 minutos.
Referências: Viagem Fundamental – Língua Portuguesa 4, Unidades 3 e 6; Arte 4, Unidade 1.
PROPOSTA DE ATIVIDADE
Professora e professor, esta proposta foi fundamentada no conceito de sala de aula invertida, juntamente com uma dinâmica gamificada posterior em sala de aula. O objetivo da atividade é promover a compreensão das variações nos textos presentes nos diferentes tipos de apresentações literárias.
A conclusão da atividade consiste na criação coletiva de uma história ou conto produzido pela própria turma, de forma dinâmica, criativa e colaborativa, em que um estudante inicia a história e os demais, em sequência, irão continuá-la até sua finalização.
Ao longo da dinâmica, os estudantes serão desafiados a elaborar estratégias de continuação de um conto ou uma história baseada em títulos, temas e palavras pré-determinados, de modo a refletir sobre as melhores formas de uso das palavras, de contextualização e de continuidade.
Espera-se, com essa atividade, aguçar o pensamento criativo e o uso adequado e contextualizado de palavras e termos de uso cotidiano ou menos frequentes.
EVENTO DISPARADOR
Material necessário
- Contos pré-selecionados e impressos;
- Equipamento digital para pesquisa – computadores ou tablets.
Organização da sala
- Atividade realizada em casa, com base na modalidade de sala de aula invertida.
Realização
A atividade inicial, que dará o movimento para toda a proposta, deverá ser feita em casa. Essa escolha baseia-se na modalidade da Sala de Aula Invertida, em que o estudante inicia o contato com o conteúdo no espaço de casa, antes da sala de aula, além da perspectiva investigativa que antecede o trabalho em sala, permitindo que o estudante tenha um primeiro contato com a diversidade linguística antes da sistematização coletiva.
Peça aos estudantes que realizem a leitura prévia de textos e contos selecionados previamente pelo professor. A quantidade de textos que deverão ser lidos deve ser determinada pelo professor, de acordo com a dinâmica e com a adequação à turma. Algumas sugestões incluem textos do próprio livro didático, além de alguns contos sugeridos a seguir.
Solicite-lhes que grifem as palavras desconhecidas e procurem o significado em dicionários. As palavras e seus significados pesquisados devem ser anotados e levados para a próxima aula.
Sugestões de leitura de textos do livro
- Boitatá: a cobra de fogo (guarani), páginas 90 e 91 do livro Língua Portuguesa 4;
- Guarũgua: o peixe-boi dos Maraguá, páginas 97 a 99 do livro Língua Portuguesa 4;
- A ponte mal-assombrada, páginas 164 e 165 do livro Língua Portuguesa 4;
- A Morte e o velhinho valente, páginas 171 e 172 do livro Língua Portuguesa 4;
- Medo de fantasma, páginas 188 e 189 do livro Língua Portuguesa 4;
- Misteriosa revelação, páginas 196 e 197 do livro Língua Portuguesa 4;
- A gata que entrou em casa, página 266 do livro Língua Portuguesa 4.
Sugestões de leitura de contos
Texto 1: O dia que nevou na África
Era uma vez um menino chamado Kelvin. Ele tinha dez anos e morava na África, perto da linha do Equador. Lá faz muito calor e o Sol brilha quase todos os dias, por isso a maioria das pessoas que moram na África nunca tinham visto neve.
Mas, certa manhã, algo diferente aconteceu. Kelvin foi o primeiro a acordar e sentiu um frio muito forte. Aquela sensação era estranha, pois ele quase nunca sentia frio. Curioso, saiu da tenda para ver o que estava acontecendo e quando olhou para o deserto, não acreditou no que viu: tudo estava coberto por um manto branco de neve! Kelvin esfregou os olhos, se beliscou e olhou de novo. Mas logo percebeu que não estava sonhando.
O dia que nevou na África
“Mamãe, mamãe! Venha ver!”, gritou ele, correndo de volta para a tenda. O grito acordou sua mãe, seus oito irmãos, os avós e a tia que morava com eles. Todos saíram para fora e ficaram maravilhados. Era verdade: o deserto estava coberto de neve!
As crianças ficaram curiosas, perguntando o que era aquilo. Então o avô explicou: “Isso é neve. Ela cai principalmente na Europa. Aqui, não vemos neve há muitos e muitos anos. Talvez há 100 anos…”. As crianças riram. Será que o avô tinha 100 anos?
Cheias de alegria, correram pelo deserto branquinho. Pegaram a neve com as mãos, jogaram uns nos outros e até colocaram a língua para fora para ver que gosto tinha. Elas acharam que teria um gosto bom, mas a neve não tinha gosto nenhum. Depois de um tempo, começaram a sentir muito frio. Estavam só de camiseta e shorts, e a neve era gelada demais!
Pouco a pouco, todos voltaram para a tenda para se aquecer. Só Kelvin ficou do lado de fora, encantado com a neve. A mamãe o chamou várias vezes, mas ele não queria entrar. Passou o dia inteiro brincando e admirando aquele presente tão raro. E quando chegou a noite, ele não queria dormir. Tinha medo de fechar os olhos e, ao acordar, a neve ter desaparecido. Então, pegou alguns cobertores, levou para fora e se deitou olhando para o céu cheio de estrelas. Mesmo sentindo frio, não se importava nem um pouco.
Depois de algumas horas, o sono venceu. Na manhã seguinte, quando acordou, a neve já tinha sumido. O Sol brilhava forte outra vez, e no lugar da neve havia apenas água. Kelvin ficou triste e chorou bastante. Mas, com o tempo, a tristeza passou. Ele prometeu a si mesmo que, quando crescesse, iria conhecer a Europa, onde neva de verdade. E quem sabe, um dia, a neve não volta a cair na África outra vez?
Referência: https://www.leialenda.com/o-dia-que-nevou-na-africa/. Acesso em: 08 mar. 2026
Texto 2: Os bichinhos e a árvore de Natal
No alto de uma colina, na floresta densa, os bichinhos se preparavam para o inverno. Cada um juntava comida e arrumava um cantinho bem quentinho para esperar a primavera chegar. Mas, numa tarde, um sabiá apareceu voando por ali e chamou:
“Venham todos aqui!”
Logo todos os bichinhos que ouviram se juntaram, curiosos para saber o que o pequeno sabiá queria contar.
“Acabei de voar por cima de uma cidadezinha aqui perto para arrumar algo quentinho para o ninho, quando vi uma árvore enorme enfeitada de todo jeito. Estava tão bonito, então pensei… e se a gente também enfeitasse uma arvorezinha na floresta?”, disse o sabiá.
Os bichinhos da floresta se olharam surpresos.
“Uma arvorezinha?”, sussurrou o coelhinho, com as orelhinhas levantadas de curiosidade.
“Na nossa floresta?”, completou a raposa, que sempre fazia cara de importante, mas agora tinha um brilho de animação no olhar.
“Sim, arvorezinha!”, confirmou o sabiá. “A gente também podia ter uma árvore enfeitada bem bonita, para lembrar que até o inverno pode ser mágico.”
Ficaram todos em silêncio por um instante, até que o ursinho ficou de pé sobre as patas traseiras e resmungou:
“Tá bom! Vamos encontrar a árvore mais bonita da floresta e enfeitá-la, para todo mundo ficar feliz!”
E assim, toda a turma da floresta saiu para procurar uma árvore bem legal. Eles andaram um bom pedaço pela floresta até acharem um pinheiro que se erguia alto no céu, com galhos fortes e um monte de agulhinhas verdinhas. Ele já era bonito por natureza.
“Essa!”, gritaram todos ao mesmo tempo.
Os bichinhos correram para todos os lados para encontrar enfeites. Os esquilos traziam nozes e as amarravam cuidadosamente nos galhinhos. O porco-espinho estava com várias pinhas cheirosas espetadas em seus espinhos, que cuidadosamente as colocava nos galhos mais baixos. O texugo desenterrou alguns pedacinhos de madeira esquecidos, que alguém havia perdido há muito tempo e, junto com a coruja, os transformou em enfeites simples. A corça encontrou frutinhas verdes e vermelhas e, ao passá-las delicadamente nos fiapinhos de capim, elas pareciam pequenas miçangas. Até a raposa, que no começo disse que tinha coisas mais importantes para fazer, trouxe um gravetinho coberto de musgo, que brilhou ao sol como uma fita de prata.
Quando tudo ficou pronto, a arvorezinha ficou lindíssima. Mas quando o sol começou a se esconder atrás do morro, os bichinhos perceberam que a arvorezinha não ia aparecer no escuro.
“Que pena”, suspirou o Sabiá. “Ela é tão bonita, pena que não brilha.”
Nesse momento, um ventinho soprou de leve lá no céu, e da floresta veio um estalinho bem baixinho, como se cristais de gelo estivessem se encostando devagarinho. Acima da arvorezinha apareceu um pontinho brilhante. Era um vaga-lume pequenininho, que apareceu ali no inverno, totalmente de surpresa.
“Vamos ajudá-los”, sussurrou.
E de repente, começaram a surgir mais vaga-lumes debaixo das raízes das árvores e das folhas caídas. Eram muitos, bem mais do que alguém se lembrava de já ter havido na floresta. Eles se acomodaram nos galhinhos como pequenas estrelinhas, e toda a arvorezinha se iluminou.
Os bichinhos ficaram parados, de boca aberta de surpresa.
“Isso é um milagre!”, exclamou a corça.
O sabiá pousou no topo da arvorezinha, olhou para sua floresta, para seus amigos e disse, feliz:
“Pronto, promessa cumprida. Nossa floresta também tem sua árvore de Natal.”
E desde então, todo ano antes do inverno, os bichinhos da floresta enfeitam seu pinheiro. Os vaga-lumes sempre voltam e iluminam tudo, para lembrar que, mesmo nos dias mais frios, dá para sentir calor quando todo mundo fica junto.
Referência: https://www.leialenda.com/os-bichinhos-e-a-arvore-de-natal/; Acesso em: 08 mar. 2026.
Texto 3: O Barquinho da Água Mansa
No meio de um lago tranquilo, morava um pequeno barquinho de madeira chamado Lino.
Ele não era rápido como os barcos a motor, nem grande como os navios dos sonhos. Mas tinha algo especial: ele ouvia.
Lino gostava de deslizar devagar pelas águas calmas, ouvindo tudo ao redor.
Ele ouvia o barulho suave das folhas dançando no vento.
O “ploc” dos peixinhos saltando.
O canto dos passarinhos ao amanhecer.
E até o cochicho da brisa dizendo:
— É hora de descansar…
Enquanto todos os outros barcos corriam de um lado para o outro, Lino parava e prestava atenção.
Ele descobriu que o lago falava, se alguém quisesse escutar.
Um dia, o céu começou a mudar de cor. Não era noite ainda, mas o azul ficou mais suave, como um cobertor.
Lino sentiu o vento tocar sua vela com carinho e sussurrar:
— Agora é hora de flutuar sem pressa. Hora de ouvir. Hora de descansar.
Então, ele parou no meio do lago, fechou os olhos (ou o que seria o equivalente para um barquinho) e apenas sentiu.
A água mansa embalava seu corpo.
O vento fazia cócegas.
E o silêncio era um abraço.
Naquela noite, Lino ensinou a outros barquinhos que o descanso não vem só do cansaço, mas da calma.
Da escuta. Da conexão com o que está ao nosso redor.
E assim, sob um céu estrelado, o pequeno barquinho dormiu.
Não porque estava exausto, mas porque aprendeu a ouvir o mundo e entender quando era hora de parar.
Referência: https://historiainfantilparadormir.com.br/historia-infantil-para-dormir/. Acesso em: 08 mar. 2026.
Texto 4: O bosque das palavras perdidas
Em uma pequena vila, vivia uma menina chamada Olívia, conhecida por falar sem pensar. Se alguém aparecia com uma roupa nova, ela dizia:
— Isso não ficou bom em você.
Se alguém cometia um erro, ela zombava:
— Você é muito desastrado!
Aos poucos, as palavras de Olívia começaram a machucar as pessoas. Mas ela nem percebia.
Um dia, enquanto passeava pelo bosque, ouviu um sussurro estranho:
— Olívia, venha até aqui!
Curiosa, ela seguiu o som até chegar a uma clareira. Lá, um velho carvalho parecia se mover. Suas grossas ramas formaram uma boca, e ele falou:
— Você é responsável por muitas palavras perdidas, Olívia.
— Palavras perdidas?, perguntou a menina, confusa.
O carvalho balançou os galhos, e de repente várias palavras começaram a flutuar no ar: “amizade”, “alegria”, “confiança”…
— Cada vez que você diz algo que machuca, essas palavras se vão das pessoas para quem você fala. E é aqui, neste bosque, que elas vêm se esconder, explicou o velho carvalho.
Olívia olhou em volta e viu que algumas palavras giravam em círculos, como se estivessem procurando alguém.
— Eu posso devolvê-las?, perguntou, esperançosa.
O carvalho assentiu devagar:
— Pode, sim. Mas antes, precisa aprender a cuidar das suas palavras. Só as que vierem do seu coração poderão voltar para quem as perdeu.
A partir daquele dia, Olívia começou a pensar antes de falar. Quando via algo, em vez de criticar, tentava fazer um elogio sincero. Quando alguém errava, ela buscava encorajar.
Com o tempo, as palavras começaram a voltar aos seus donos, e o bosque foi se enchendo de silêncio e luz. As palavras já não precisavam mais se esconder.
Um dia, Olívia voltou à clareira para agradecer ao carvalho, mas ele havia desaparecido. No lugar onde antes estava, havia apenas um pequeno broto, com uma plaquinha que dizia:
“As palavras podem curar ou ferir. Você decide como usá-las.”
Desde então, Olívia nunca mais esqueceu aquela lição. E a vila onde morava passou a ter muito mais risadas, amizade e alegria do que nunca.
Referência: https://www.culturagenial.com/historias-para-criancas-8-a-10-anos/#anchor-palabras. acesso em: 08 mar. 2026.
SONDAGEM INICIAL
Material necessário
- Registros e anotações da atividade disparadora trazidos de casa;
- Material para anotações individuais.
Organização da sala
- Sala de aula no formato padrão para aula expositiva.
Realização
Inicie a aula com os seguintes questionamentos:
- O que é um conto?
- O que é uma lenda?
- O que é uma história?
Converse com a turma sobre as histórias, as lendas e os contos que lemos e ouvimos normalmente e pergunte se eles notam diferenças nos estilos, nas palavras e nos acontecimentos presentes nesses diferentes textos.
Em seguida, explique as diferenças básicas entre esses gêneros textuais. Uma explicação curta e direta pode ser feita da seguinte forma:
- Contos são textos narrativos geralmente curtos, com poucos personagens e um único acontecimento principal, que pode ser real ou imaginário, e costumam ter começo, meio e fim bem definidos. Exemplos: contos de fadas, A lebre e a tartaruga.
- Histórias, como narrativas e não como disciplina, são relatos de acontecimentos reais ou inventados. Exemplos: a história de uma família, a história narrada de um acontecimento.
- Lendas são narrativas tradicionais, transmitidas de geração em geração, que misturam elementos reais com elementos fantásticos e geralmente explicam algum fenômeno da natureza ou uma tradição cultural. Exemplos: a lenda do Saci, da Iara ou do Curupira.
Realize as perguntas:
- Como fazemos para escrever e contar uma história, um conto ou uma lenda?
- Como as histórias, contos e lendas são interpretadas pelos artistas? Aqui, enfatize as caracterizações, as maquiagens e as entonações de fala, entre outros recursos.
Após as explanações, faça uma fala de encerramento para seguir para a próxima etapa da atividade.
Solicite aos estudantes que peguem suas anotações realizadas em casa para compartilhar as palavras pesquisadas com os colegas e pergunte a cada um qual foi a palavra pesquisada e qual é o seu significado.
Anote as palavras na lousa com seus significados e peça aos estudantes que as copiem em seus cadernos, de forma a aumentar seu repertório vocabular para a atividade de desenvolvimento.
DESENVOLVIMENTO
Material necessário
- Lousa e giz para anotações do professor.
Organização da sala
- Turma organizada em formato de roda, com os estudantes sentados um do lado do outro, em apenas uma fileira contínua.
Realização
Nesta etapa da Metodologia Ativa (MA), os estudantes deverão criar uma história, um conto ou uma lenda coletivamente, de forma dinâmica, criativa e colaborativa.
Escreva na lousa as palavras trazidas pelos estudantes na aula anterior, sem apresentar seus significados. Em seguida, escolha um tema ou um título para a história, o conto ou a lenda. Procure trazer títulos e temas curiosos, engraçados ou até um pouco irreais, para estimular a criatividade dos estudantes na invenção dos trechos da narrativa.
Outra estratégia é iniciar a história com uma frase disparadora, como:
- “Um elefante estava passeando no pátio da escola quando…”.
Escolha o estudante que iniciará a história. A narrativa deverá continuar sendo construída de estudante em estudante, seguindo a ordem do círculo ou roda, até que o último participe.
Cada estudante deverá ter um tempo mínimo e máximo para falar, por exemplo, entre 10 e 30 segundos, e esse limite deverá ser respeitado. Oriente os estudantes a falarem devagar e de forma clara, para que todos compreendam a história e para que consigam cumprir o tempo mínimo estabelecido.
Você também pode solicitar aos estudantes que interpretem os personagens e situações que estiverem narrando, mudando a entonação de voz, fazendo caretas ou gestos.
Dê o comando e o primeiro estudante iniciará a história. Assim que ele concluir sua parte, ou quando o tempo terminar, o estudante seguinte deverá dar continuidade à história a partir do trecho contado pelo colega anterior.
Esse processo deverá se repetir sucessivamente, até que todos da roda tenham participado da construção da narrativa.
Regras do jogo
- Cada estudante terá um tempo mínimo e máximo de fala.
- É obrigatório utilizar uma das palavras escritas na lousa, que será riscada pelo professor após ser usada, não podendo ser utilizada novamente.
- A história deve manter continuidade, sem mudanças bruscas que quebrem o sentido do que já foi contado.
- Não é permitido fugir do tema ou se afastar muito da ideia sugerida pelo título.
- Quem não conseguir continuar a história ou fugir muito do tema sairá do jogo.
- Vencem a atividade os dois últimos estudantes que permanecerem contando a história.
FINALIZAÇÃO
Material necessário
- Anotações prévias das etapas anteriores.
- Papéis para registro individual.
Organização da sala
- Sala de aula com organização padrão.
Realização
Após a realização da dinâmica coletiva, os estudantes deverão produzir um conto autoral, colocando em prática a criatividade e as ideias trabalhadas durante a atividade anterior.
Explique que cada estudante irá escrever sua própria história, escolhendo livremente o tema. Para ajudar na escolha, você pode sugerir alguns tipos de narrativa, como histórias de medo, lendas, aventuras, mistérios ou histórias engraçadas.
Os estudantes também podem utilizar algumas das palavras que apareceram na atividade anterior como inspiração para o desenvolvimento do texto.
Antes da escrita, é interessante orientar os estudantes a pensarem em alguns elementos importantes da história, como: personagens, onde a história acontece e qual é o principal acontecimento da narrativa. Desse modo, eles poderão organizar melhor suas ideias antes de começar a escrever.
O conto deve apresentar início, desenvolvimento e fim, permitindo que o leitor compreenda a sequência dos acontecimentos. Circule pela sala durante a atividade, auxiliando os estudantes na organização das ideias, na construção das frases e na revisão do texto.
Ao final, os estudantes podem ser convidados a ler seus contos para a turma, compartilhando suas histórias com os colegas. Esse momento contribui para valorizar a produção individual, estimular a expressão oral e ampliar o repertório de narrativas da turma.
AVALIAÇÃO
A avaliação deverá ser realizada com base na produção escrita desenvolvida na etapa de finalização.
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