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Nossos autores

Ivan Rodrigues Martin possui graduação, bacharelado e licenciatura em Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e Espanhola, pela Universidade de São Paulo; com mestrado, doutorado e pós-doutorado na mesma instituição. Atualmente, é professor no curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Desenvolve pesquisas sobre representações literárias e artísticas da Guerra Civil Espanhola e sobre ensino e aprendizagem da leitura do texto literário em castelhano. Atuou também como autor de livros didáticos de espanhol.

É colombiano, nascido em Bogotá, escritor e pesquisador de literatura infantil e história do cinema. Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, português, catalão, chinês, turco, japonês, coreano e sueco. Ganhou inúmeros prêmios e alguns de seus livros com Rafael Yockteng foram publicados no Brasil: A caminho de casa (Edições SM), Eloísa e os bichos e Para onde vamos (Editora Pulo do Gato) e UHG! (Selo Emília & Editora Solisluna).

Jornalista, diretor audiovisual e roteirista, João Rocha Rodrigues especializou-se na criação, pesquisa e desenvolvimento de conteúdos sobre cultura brasileira para diversas plataformas, como TV, exposições, livros e revistas. Vai, DJ! - o intrigante caso dos discos perdidos é seu livro de estreia.

Graduado em Filosofia e Pedagogia, pós-graduado em Educação, a escrita de suas publicações didáticas está ligada à dedicação de mais de 30 anos ao magistério.

José Antonio Vasconcelos é graduado em Filosofia pela PUC-PR, mestre em História pela UFPR e doutor em História pela UNICAMP. Atua como professor do departamento de História da USP.

(1910-1995) nasceu em Barcelona e ainda jovem começou suas atividades artísticas como desenhista e ilustrador. Foi um dos fundadores do Sindicato de los dibujantes e, durante a Guerra Civil Espanhola, atuou no Partido Obrero de Unificación Marxista (POUM). Em 1939, dois meses antes do fim da Guerra, conseguiu atravessar os Pirineus em direção à França, onde acabou sendo preso pela Gestapo. Passou por vários campos de concentração, o último deles foi o de Dachau, de onde conseguiu fugir e, como muitos outros espanhóis, atravessou o oceano e chegou ao México. Na América, retomou suas atividades artísticas e se aproximou de Diego Rivera e Frida Kahlo. É também autor de Caliban (1971) e The black man in América (1975). Em 1973, recebeu o prêmio Mark Rothko de Artes Plásticas, e em 2020, sua história foi tema do filme de animação Josep, dirigido por Aurel.

Juan Sepúlveda Sanchis nasceu em Valência, Espanha, em 1982. É engenheiro, editor e escritor, com especial interesse por histórias de suspense e temas sociais. Publicou sua primeira obra em 2010 no Canadá, e é autor de Las seis caras de un dado. El Violeta (O Florzinha) é sua primeira novela gráfica, uma denúncia ficcional sobre a repressão sofrida por pessoas LGBTQIA+ durante o regime franquista.

Julio Schneider Neto é bacharel e licenciado em História pela USP, especialista em Gestão Pública pela FGV-SP e mestrando do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de História pela Unicamp. Atualmente é professor do Ensino Fundamental e do Ensino Médio na rede privada.

Laia de Ahumada é escritora, filóloga e doutora em Filologia Catalã. Centra seu trabalho na escuta e no diálogo, com atenção especial à experiência espiritual. Fundou a associação Centre Obert Heura, no bairro do Raval (Barcelona), e a Fundação Migra Studium, voltada para o acompanhamento de pessoas migrantes. É autora de diversos livros de ensaio, narrativa e poesia.

Laura Huzak Andreato é formada em Artes Plásticas pela Escola de Comunicação e Artes da USP, onde também cursou o mestrado em Poéticas Visuais. Atualmente, nesse mesmo programa de pós-graduação, prepara o doutorado. É autora de Pelos Olhos de Minha Mãe.

Lily Carroll nasceu e cresceu na capital paulista e até hoje usa a carteirinha da biblioteca do seu bairro. Atuou como redatora e editora em revistas sobre animação e cultura japonesa e atualmente se dedica em produções independentes que divulga e comercializa em eventos de quadrinhos e pela internet. É conhecida pelo traço bonitinho e aterrorizante (o que não são mutualmente excludentes) de suas obras. Também é técnica formada em Desenho de Comunicação, Desenho de Moda e Biblioteconomia, mas nós não falamos muito sobre isso.

Lucélia Borges nasceu em Bom Jesus da Lapa, sertão baiano, em 1981. Em 2006, mudou-se para São Paulo, onde reside até hoje, atuando como produtora cultural, xilogravadora e contadora de histórias. Dedica-se ainda à pesquisa das manifestações tradicionais do interior baiano, com destaque para as cavalhadas dramáticas de Serra do Ramalho e de Bom Jesus da Lapa, tema de sua dissertação de mestrado defendida na Universidade de São Paulo (USP). Ilustrou vários folhetos de cordel, de autores como Pedro Monteiro, Nilza Dias, João Gomes de Sá, Daniela Bento, entre outros.
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